quarta-feira, 28 de novembro de 2007

A Excelência: O Ponto-de-Venda


Por Thiago Cabrino
(http://www.portaldomarketing.com.br/Artigos/excelencia%20ponto%20de%20venda.htm)
Uma das ações mais complexas e mais investigativas, que podem ser realizadas no marketing, é voltada ao ponto-de-venda. Inúmeros são os elementos a serem analisados no momento de empregar projetos de comunicação em meio a um montante de informações e elementos contidos em um estabelecimento. Criar alternativas não é uma tarefa fácil, porém elementos podem ser desenvolvidos e praticados separadamente para cada um dos locais em foco.
Sabemos, que nenhuma outra mídia, consegue alcançar de forma repetitiva a exposição das marcas e produtos como o PDV. Este aspecto é um grande diferencial, pois pesquisas mostram que 85% das compras são decididas dentro da loja, e que o mercado brasileiro apresenta hábitos de consumo superiores aos índices apresentados e comparados aos demais países do mundo.
Assim, verificamos que em levantamentos realizados junto aos pontos-de-venda, o perfil destes clientes/consumidores são em sua grande maioria formado por mulheres, casadas, com idade variando entre 30 e 49 anos, de classe sócio-econômica B, esclarecidas (bom nível escolar), que costumam freqüentar os estabelecimentos no período da tarde, com listas de compras e sempre acompanhadas.
Características importantes dos clientes brasileiros, frente aos dos demais países do mundo, são possuir o maior número médio de itens comprados, e permanecer no ponto-de-venda mais do que em qualquer outro lugar, cerca de 77 minutos em média, sendo portanto, o perfil de consumidor que mais percorre os corredores e dependências das lojas.
Por fim, este cliente costuma, em mais de 80% dos casos, manter a fidelidade ao estabelecimento, sendo que o fator influenciador na decisão de compra, é o preço, já que o bolso do consumidor é muito difícil de enganar.
Todos estes elementos tem levado muitas organizações a redirecionarem seus investimentos para as áreas de promoção e merchandising no PDV (pois é fundamental um bom posicionamento do produto nas lojas), para que todo o esforço e empenho dos projetos elaborados não sejam perdidos naqueles instantes finais, que cada consumidor leva para decidir se levará seu produto ou o da concorrência. Porém, devemos nos atentar que não só as ações de promoção e merchandising é que influenciarão estes consumidores, uma vez que elementos como preço competitivo conjugado com um produto de qualidade é que servirão para incrementar os aspectos indutivos da compra.
Relacionado a isto, o ato de comprar está intrinsecamente relacionado aos fatores emocionais e sensoriais. Variados são os elementos que poderão despertar estes fatores, como por exemplo o emprego de determinado aroma no ponto-de-venda, que poderá favorecer ou prejudicar as vendas. Existem tipos de aromas que são influenciadores e perfeitos para cada tipo e porte de estabelecimento. Assim sendo, podemos citar aromas como o de maçã verde e pepino, ideais para pontos-de-venda de pequeno porte, uma vez que possuem propriedades capazes de reduzir os níveis de stress e claustrofobia. Já o cheiro de fumaça de churrasco é indicado para espaços amplos, pois provoca sensação de aconchego, evitando crises de agorafobia (medo de lugares públicos e descobertos). O grau de olfato varia de pessoa a pessoa. As mulheres têm um olfato mais apurado que os homens, principalmente durante a ovulação. Os idosos, com mais de 80 anos, apresentam sensível redução na percepção olfativa, assim como os fumantes e as pessoas que trabalham ao ar livre.
Como podemos ver, existem inúmeras alternativas para se trabalhar o PDV e estas poderão ser analisadas em outros locais que possuam grande circulação de consumidores. Um exemplo destes locais, são os Shoppings Centers, que possuem o menor custo por mil (CPM – calculo utilizado para saber o custo de 1 lote a cada 1000) de todos os canais de mídia, pois os consumidores encontram-se a todo momento com propensão a realizar a compra. Assim, podemos dizer que este tipo de PDV é bastante amplo e possui diferentes locais para o desenvolvimento de ações estratégicas, como por exemplo as áreas de estacionamento, os espaços de lazer e alimentação, inúmeras vitrines, fachadas dos prédios ou mesmo as sinalizações internas. Além destes elementos, em um Shopping Center é possível trabalhar o cliente e explorar todos os canais diretos, como pesquisas, levantamento de dados pessoais, características e costumes, realizar um programa de feedback em tempo real, entre outros.
Outro exemplo bem atual, são os PDVs Virtuais, onde o e-business atua em três áreas básicas – serviços oferecidos aos clientes, o comércio e a colaboração empresarial (ponto este relacionado aos sistemas de interface entre os departamentos de uma organização). Ao contrário dos PDVs convencionais, as lojas virtuais não precisam necessariamente ser chamativas, mas sim funcionais e que alcancem a satisfação dos desejos de cada um dos seus clientes, ou seja, prezar pelo serviço prestado. Isso acaba acarretando em ações fortes e bem estruturadas, pois a rede é muito variada e inúmeros players estão a todo momento entrando e oferecendo novos produtos e serviços. Os sites devem buscar sempre um plus aos serviços tradicionais, seja no campo físico ou virtual.
Com os exemplos acima, verificamos a amplitude de um PDV, que mesmo sem um espaço físico delimitado por paredes e elementos comuns como gôndolas e prateleiras, pode ser trabalhado de forma mais técnica e aprimorada.
Ações para o PDV
Ao iniciar um projeto de promoção e merchandising para um ponto-de-venda, deve-se aparar todas as arestas que possam interferir no processo. Para isso, as organizações deverão estar muito bem estruturadas para iniciar as operações, de forma a conseguir monitorar as informações e as ocorrências de campo, fornecer todo o material de apoio para o desenvolvimento dos trabalhos das suas equipes, acompanhar e analisar todos os relatórios estatísticos e analíticos mensais, disponibilizar pagers e linhas telefônicas (DDG 0800) exclusivas para as equipes, manter promotores SOS para eventualidades, orientar corretamente a equipe quanto à exposição dos produtos/materiais promocionais, bem como providenciar depósitos para estocagem de todo material promocional envolvido no projeto. Além destes pontos, outro aspecto importante que deverá ser observado de forma criteriosa, é os profissionais que estarão envolvidos neste processo, no caso, especificamente, os promotores. À estes profissionais cabe: verificar os estoques, acompanhar a falta dos produtos no PDV, manter e ampliar os espaços dos produtos nas gôndolas, confeccionar pilhas e ilhas, fazer pesquisas de preços e ações dos concorrentes, observar o fluxo da loja e aplicar o material de merchandising.
Com as informações nas mãos, o departamento de marketing/merchandising das organizações poderão estar constantemente monitorando o desempenho das ações e principalmente, estar controlando os índices de resultados ao passo que estes vão se concretizando, podendo então decidir pela continuação ou a interrupção do programa em questão.
Analisar, avaliar, adaptar e monitorar são elementos essenciais para a concepção de um projeto de sucesso!




O ponto de venda é algo extremamente fundamental em uma campanha publicitária. É lá que o consumidor pode fazer a lembrança e associar ao comercial que ele viu na net, ou na internet. Muito devem olhar para o ponto de venda e lembrar “olha que legal, aquele comercial que eu via na TV e gostei é igual a essa seção da loja”. Toda campanha deve manter a mesma identidade visual para que essa recordação ocorra em qualquer ação publicitária que for feita na campanha.
O ponto de venda além de ser um incentivo a compra é algo que deve ser totalmente planejado e analisado. Cada coisa deve ter a cor certa, o lugar certo, e algo que mecha com a mente do cliente para que ele efetue a compra. Afinal se o consumidor for totalmente racional, como mostra a pesquisa do artigo acima, 80% deles comprariam somente aquele que tem o preço mais acessível.
O ponto de venda tem ótimos resultados se bem utilizado.

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Publicidade e Propaganda Online

A publicidade online é um meio de promoção com vantagens cada vez mais apelativas. Através de campanhas de propaganda na internet é possível selecionar a quem direcionar a promoção da sua empresa, bem ou serviço, segundo estudos demográficos e táticas como o targeting. Uma das grandes vantagens de uma campanha publicitária na internet é a grande possibilidade de segmentação do público alvo, evitando a dispersão da comunicação.
Uma campanha de propaganda online pode ser planejada de várias formas, utilizando diferentes formatos de anúncios: rich media, flash, pop-ups e pop-unders, banners verticais, DHTML, e muitos outros. O investimento pode ser feito conforme o objetivo da campanha: por quantidade de exibição dos banners, por cliques nos banners, patrocínio, etc.




A publicidade on-line deve ser alvo de todos os que planejam. Seus resultados são muito eficaz e com a evolução da internet isso vai se tornar cada vez melhor. O que já é bom vai ficar muito melhor, principalmente com o advento da Web 2.0 que vai tornar a internet muito mais interativa, juntamente com suas publicidades. Até a forma de planejar deverá ser diferente, pois as pessoas não entrarão na internet convencionalmente, a Web 2.0 dará outro tipo de navegação aos usuários do universo on-line.
Fonte: http://www.emarket.ppg.br/publicidade.asp

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

WEB 2.0







“Web 2.0 é a mudança para uma internet como plataforma. E plataforma é o lugar onde os programas existem. Ela dá os elementos que os programas precisam para existir.
Agora você não precisa mais ter aquele monte de programas instalados no seu computador, você simplesmente usa ela não própria internet.
E quem gera esse conteúdo das coisas que estão na internet, somos nós mesmos. Grande exemplo disso é o famoso orkut, quando a primeira pessoa entrou no tal do orkut não tinha nada lá, quando a segunda pessoa entrou tinha a primeira e assim foi, hoje o orkut é grande bando de dados que foi gerado por nós mesmo.
E a Web 2.0 é isso aí! Não mais aquela internet onde voce apenas recebe, mas também onde voce pode compartilhar, onde você vê o que as pessoas fazem e elas vêem o que voce faz. Outro exemplo disso é o Wikipédia, é um amontoado de informações que muitas pessoas colocaram lá e você e eu podemos compartilhar também.
E com tudo isso foi discutido em sala de aula, acredito também que a Web 2.0 é uma evolução da internet e não uma revolução. Pois isso mostram fases da internet assim como já ouvimos falar também da Web 3.0.

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Banners? Cross-media e conteúdo customizado!

É hora de reinventar o banner. Uma saída pode ser a mídia cruzada atrelada a conteúdo específico para a campanha, o anunciante e o público-alvo
Por Roberto Cassano (r@cassano.com.br)
É fato que o formato publicitário mais comum na Internet, o banner, mudou seu apelo de "clique em mim" para "reinvente-me". Quem avalia seu resultado pela quantidade de cliques que ele recebe, o click through, lamenta o retorno extremamente baixo em comparação com tudo que ele prometia e que se esperava de um meio tão interativo como a Internet.
Quem defende o banner como veículo de fortalecimento de marca se queixa que seu formato fora do convencional, reduzido, espigado e piscante não chega aos pés de uma boa página de revista ou um outdoor. E simplesmente para estampar a marca do anunciante, despreza-se toda interatividade e personalização, justamente os diferenciais da Rede como veículo de mídia.
Os resultados desta crise de identidade são simples como um dois mais dois, e igualmente matemáticos. Veículos online que dependiam de publicidade viram sua fonte de receita secar. Anunciantes não viram os resultados que esperavam em suas campanhas e as agências oscilam entre buscar formas de atuação de maior valor agregado (e maiores comissões) e repensar suas recém-criadas divisões interativas.
Como saída para esta situação perde-perde, os grupos de mídia que conseguem atuar em diversos canais distintos estão propondo as ações de cross-media como a salvação da lavoura. O cross-media é um nome pomposo para "venda casada", com um maior planejamento e uma boa dose de complementaridade. O formato é realmente mais rico, algo do tipo "veja na TV, ouça no rádio, clique na Internet e pague no caixa".
Mas ele realmente funciona? Quanto mais próxima da "venda casada" comum, maior a possibilidade de que uma campanha cross-media simplesmente mascare a pouca eficácia de sua perna online. Quanto mais integrada e complementar, mais rica será a experiência, e maiores os resultados.
Um cross-media eficaz é aquele que une as estratégias tradicionais de marketing e publicidade com a produção de conteúdo específico online. Um site customizado com conteúdo e serviços relevantes para o usuário traz valor para o veículo que o hospeda; conversa, promove e se beneficia da campanha publicitária; ganha uma vida útil muito maior do que a simples exposição de um banner; transita cifras muito mais atraentes para agências que aprovam o projeto e, por fim, realmente faz uso da interatividade e personalização da Internet, não só tendo taxa de clique como criando marca e base de dados.
Simples, a ação da Wella com o Globo.com utilizou mídias tradicionais (capitaneadas pela TV) para levar clientes para a Internet e para um call center 0800, onde o público interagiu ao escolher a nova cor de cabelo da atriz Malu Mader. No fundo, algo absolutamente insosso (o mote, não a atriz), mas que funcionou como uma injeção de adrenalina no moribundo mercado publicitário online, gerou um bom mailing para a Wella e levou - segundo as empresas - R$ 5 milhões para os cofres da Globo. Imagina se o conteúdo, o serviço e as promoções fossem realmente pertinentes?
O uso de conteúdo relevante em conjunto com ações de marketing na Internet é a atual aposta de portais, veículos, agências e anunciantes. Será que ele consegue transformar a relação perde-perde dos banners tradicionais para uma situação ganha-ganha? Junto com outras inovações, como banners em vídeo e a banda larga, acredito que sim.


O artigo acima explica bem o que é cross-media, além de especificar as vantagens de uso. Ontem na aula aprendemos o termo e além disso tivemos muitos exemplos de campanhas que utilizam o cross-mídia. A caçada premiada, do guaraná Schin está no ar agora e usa desse método para uma nova promoção.
Hoje em dia o jeito mais usado para se fazer a mídia casada. Não é simplesmente colocar cartazes, e anúncios na mesma linha de campanha. Se não todas as campanhas publicitárias seriam consideradas Cross-media. Esse “casamento” nas mídias é na verdade uma interatividade entre elas, é uma mídia anunciando a outra. Cross-mídia cria a interatividade com o consumidor, algo que é totalmente importante para o mercado publicitário.

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

B2B – B2C e B2G

B2B ou Business to Business é o nome dado ao comércio praticado por fornecedores e clientes empresariais, ou seja, de empresa para empresa.

"Business to Business". O comércio de B2B é o comércio eletrônico efetuado diretamente entre empresas, via internet, com redução de custos e conseqüente maior margem nas vendas e menor custo nas compras.

Business-to-consumer (B2C), também business-to-customer, é o comércio efetuado diretamente entre a empresa produtora, vendedora ou prestadora.

"Business to Consumers". O chamado B2C é o comércio eletrônico efetuado diretamente entre a empresa produtora e o consumidor final. Em geral o consumidor adquire os produtos a preço mais competitivo, pois evita o "atravessador."

O B2G permite a automatização das interações governo - empresas através da Internet, abrangendo e agilizando processos da Administração.

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Essas são definições resumidas sobre comércios feitos através da internet. Assunto tratado no seminário da aula de mídia no dia 30 deste mês. Um assunto muito interessante e importante para os publicitários. Assunto que a maioria das pessoas da sala nunca nem ouviram falar, e os que ouviram não sabiam explicar o que era.