segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

TV DIGITAL


Anúncios vão usar família brasileira para mostrar vantagens da TV digital.
Nova forma de transmissão terá início em São Paulo no dia 2 de dezembro.

Divulgação
Família Nascimento vai dar ao telespectador informações sobre a TV digital (Foto: Divulgação) Nesta quarta-feira (3), os canais abertos da TV brasileira começarão a divulgar a campanha de lançamento da TV digital, novidade prevista para estrear no dia 2 de dezembro em São Paulo. Os filmes da campanha vão usar a família (fictícia) Nascimento para mostrar as vantagens dessa nova tecnologia -- melhor qualidade da imagem e portabilidade, por exemplo.

Na primeira parte da campanha, iniciada nesta quarta, a família fala sobre a chegada de uma nova era. Nas outras fases, serão divulgados benefícios como melhor imagem e som, mobilidade, interatividade e portabilidade. A campanha foi elaborada por diversas empresas envolvidas no início das transmissões digitais no Brasil, como emissoras de TV e fabricantes de eletrônicos.

A TV Digital será inaugurada oficialmente no Brasil no dia 2 de dezembro. Só poderão ter acesso aos benefícios dessa forma de transmissão gratuita aqueles que comprarem decodificadores ou aparelhos de TV com esses equipamentos embutidos. Os aparelhos conversores (set-top box) de diferentes marcas devem chegar às lojas brasileiras ainda em outubro por cerca de R$ 700, segundo a Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros).

Aqueles que não tiverem os aparelhos para realizar a conversão continuarão assistindo à TV normalmente, via transmissão analógica. Em sua fase inicial, a TV digital não trará benefícios aos telespectadores de TV a cabo.
Fonte: g1.globo.com/.../0,,MUL143494-6174-6480,00.html
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A publicidade feita para a TV digital me chamou muito a atenção. Achei interessante a busca por uma família comum, de classe média. Creio que o intuito da propaganda é de justamente trazer a TV digital como uma forma acessível para toda população. A TV digital trás muitos benefícios e melhoras. E é totalmente gratuita. A divulgação é importante, pois não são todas as pessoas que tem conhecimento do que é a TV digital e principalmente que será um bem gratuito. Esse é mais um progresso das tecnologias de comunicação. Por isso é preciso que as pessoas se preparem para receber essa nova tecnologia dentro de suas casas, com adaptadores ou até mesmo um novo aparelho de TV. A família nascimento foi muito importante para a identificação do publico com a nova TV.

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

A Excelência: O Ponto-de-Venda


Por Thiago Cabrino
(http://www.portaldomarketing.com.br/Artigos/excelencia%20ponto%20de%20venda.htm)
Uma das ações mais complexas e mais investigativas, que podem ser realizadas no marketing, é voltada ao ponto-de-venda. Inúmeros são os elementos a serem analisados no momento de empregar projetos de comunicação em meio a um montante de informações e elementos contidos em um estabelecimento. Criar alternativas não é uma tarefa fácil, porém elementos podem ser desenvolvidos e praticados separadamente para cada um dos locais em foco.
Sabemos, que nenhuma outra mídia, consegue alcançar de forma repetitiva a exposição das marcas e produtos como o PDV. Este aspecto é um grande diferencial, pois pesquisas mostram que 85% das compras são decididas dentro da loja, e que o mercado brasileiro apresenta hábitos de consumo superiores aos índices apresentados e comparados aos demais países do mundo.
Assim, verificamos que em levantamentos realizados junto aos pontos-de-venda, o perfil destes clientes/consumidores são em sua grande maioria formado por mulheres, casadas, com idade variando entre 30 e 49 anos, de classe sócio-econômica B, esclarecidas (bom nível escolar), que costumam freqüentar os estabelecimentos no período da tarde, com listas de compras e sempre acompanhadas.
Características importantes dos clientes brasileiros, frente aos dos demais países do mundo, são possuir o maior número médio de itens comprados, e permanecer no ponto-de-venda mais do que em qualquer outro lugar, cerca de 77 minutos em média, sendo portanto, o perfil de consumidor que mais percorre os corredores e dependências das lojas.
Por fim, este cliente costuma, em mais de 80% dos casos, manter a fidelidade ao estabelecimento, sendo que o fator influenciador na decisão de compra, é o preço, já que o bolso do consumidor é muito difícil de enganar.
Todos estes elementos tem levado muitas organizações a redirecionarem seus investimentos para as áreas de promoção e merchandising no PDV (pois é fundamental um bom posicionamento do produto nas lojas), para que todo o esforço e empenho dos projetos elaborados não sejam perdidos naqueles instantes finais, que cada consumidor leva para decidir se levará seu produto ou o da concorrência. Porém, devemos nos atentar que não só as ações de promoção e merchandising é que influenciarão estes consumidores, uma vez que elementos como preço competitivo conjugado com um produto de qualidade é que servirão para incrementar os aspectos indutivos da compra.
Relacionado a isto, o ato de comprar está intrinsecamente relacionado aos fatores emocionais e sensoriais. Variados são os elementos que poderão despertar estes fatores, como por exemplo o emprego de determinado aroma no ponto-de-venda, que poderá favorecer ou prejudicar as vendas. Existem tipos de aromas que são influenciadores e perfeitos para cada tipo e porte de estabelecimento. Assim sendo, podemos citar aromas como o de maçã verde e pepino, ideais para pontos-de-venda de pequeno porte, uma vez que possuem propriedades capazes de reduzir os níveis de stress e claustrofobia. Já o cheiro de fumaça de churrasco é indicado para espaços amplos, pois provoca sensação de aconchego, evitando crises de agorafobia (medo de lugares públicos e descobertos). O grau de olfato varia de pessoa a pessoa. As mulheres têm um olfato mais apurado que os homens, principalmente durante a ovulação. Os idosos, com mais de 80 anos, apresentam sensível redução na percepção olfativa, assim como os fumantes e as pessoas que trabalham ao ar livre.
Como podemos ver, existem inúmeras alternativas para se trabalhar o PDV e estas poderão ser analisadas em outros locais que possuam grande circulação de consumidores. Um exemplo destes locais, são os Shoppings Centers, que possuem o menor custo por mil (CPM – calculo utilizado para saber o custo de 1 lote a cada 1000) de todos os canais de mídia, pois os consumidores encontram-se a todo momento com propensão a realizar a compra. Assim, podemos dizer que este tipo de PDV é bastante amplo e possui diferentes locais para o desenvolvimento de ações estratégicas, como por exemplo as áreas de estacionamento, os espaços de lazer e alimentação, inúmeras vitrines, fachadas dos prédios ou mesmo as sinalizações internas. Além destes elementos, em um Shopping Center é possível trabalhar o cliente e explorar todos os canais diretos, como pesquisas, levantamento de dados pessoais, características e costumes, realizar um programa de feedback em tempo real, entre outros.
Outro exemplo bem atual, são os PDVs Virtuais, onde o e-business atua em três áreas básicas – serviços oferecidos aos clientes, o comércio e a colaboração empresarial (ponto este relacionado aos sistemas de interface entre os departamentos de uma organização). Ao contrário dos PDVs convencionais, as lojas virtuais não precisam necessariamente ser chamativas, mas sim funcionais e que alcancem a satisfação dos desejos de cada um dos seus clientes, ou seja, prezar pelo serviço prestado. Isso acaba acarretando em ações fortes e bem estruturadas, pois a rede é muito variada e inúmeros players estão a todo momento entrando e oferecendo novos produtos e serviços. Os sites devem buscar sempre um plus aos serviços tradicionais, seja no campo físico ou virtual.
Com os exemplos acima, verificamos a amplitude de um PDV, que mesmo sem um espaço físico delimitado por paredes e elementos comuns como gôndolas e prateleiras, pode ser trabalhado de forma mais técnica e aprimorada.
Ações para o PDV
Ao iniciar um projeto de promoção e merchandising para um ponto-de-venda, deve-se aparar todas as arestas que possam interferir no processo. Para isso, as organizações deverão estar muito bem estruturadas para iniciar as operações, de forma a conseguir monitorar as informações e as ocorrências de campo, fornecer todo o material de apoio para o desenvolvimento dos trabalhos das suas equipes, acompanhar e analisar todos os relatórios estatísticos e analíticos mensais, disponibilizar pagers e linhas telefônicas (DDG 0800) exclusivas para as equipes, manter promotores SOS para eventualidades, orientar corretamente a equipe quanto à exposição dos produtos/materiais promocionais, bem como providenciar depósitos para estocagem de todo material promocional envolvido no projeto. Além destes pontos, outro aspecto importante que deverá ser observado de forma criteriosa, é os profissionais que estarão envolvidos neste processo, no caso, especificamente, os promotores. À estes profissionais cabe: verificar os estoques, acompanhar a falta dos produtos no PDV, manter e ampliar os espaços dos produtos nas gôndolas, confeccionar pilhas e ilhas, fazer pesquisas de preços e ações dos concorrentes, observar o fluxo da loja e aplicar o material de merchandising.
Com as informações nas mãos, o departamento de marketing/merchandising das organizações poderão estar constantemente monitorando o desempenho das ações e principalmente, estar controlando os índices de resultados ao passo que estes vão se concretizando, podendo então decidir pela continuação ou a interrupção do programa em questão.
Analisar, avaliar, adaptar e monitorar são elementos essenciais para a concepção de um projeto de sucesso!




O ponto de venda é algo extremamente fundamental em uma campanha publicitária. É lá que o consumidor pode fazer a lembrança e associar ao comercial que ele viu na net, ou na internet. Muito devem olhar para o ponto de venda e lembrar “olha que legal, aquele comercial que eu via na TV e gostei é igual a essa seção da loja”. Toda campanha deve manter a mesma identidade visual para que essa recordação ocorra em qualquer ação publicitária que for feita na campanha.
O ponto de venda além de ser um incentivo a compra é algo que deve ser totalmente planejado e analisado. Cada coisa deve ter a cor certa, o lugar certo, e algo que mecha com a mente do cliente para que ele efetue a compra. Afinal se o consumidor for totalmente racional, como mostra a pesquisa do artigo acima, 80% deles comprariam somente aquele que tem o preço mais acessível.
O ponto de venda tem ótimos resultados se bem utilizado.

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Publicidade e Propaganda Online

A publicidade online é um meio de promoção com vantagens cada vez mais apelativas. Através de campanhas de propaganda na internet é possível selecionar a quem direcionar a promoção da sua empresa, bem ou serviço, segundo estudos demográficos e táticas como o targeting. Uma das grandes vantagens de uma campanha publicitária na internet é a grande possibilidade de segmentação do público alvo, evitando a dispersão da comunicação.
Uma campanha de propaganda online pode ser planejada de várias formas, utilizando diferentes formatos de anúncios: rich media, flash, pop-ups e pop-unders, banners verticais, DHTML, e muitos outros. O investimento pode ser feito conforme o objetivo da campanha: por quantidade de exibição dos banners, por cliques nos banners, patrocínio, etc.




A publicidade on-line deve ser alvo de todos os que planejam. Seus resultados são muito eficaz e com a evolução da internet isso vai se tornar cada vez melhor. O que já é bom vai ficar muito melhor, principalmente com o advento da Web 2.0 que vai tornar a internet muito mais interativa, juntamente com suas publicidades. Até a forma de planejar deverá ser diferente, pois as pessoas não entrarão na internet convencionalmente, a Web 2.0 dará outro tipo de navegação aos usuários do universo on-line.
Fonte: http://www.emarket.ppg.br/publicidade.asp

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

WEB 2.0







“Web 2.0 é a mudança para uma internet como plataforma. E plataforma é o lugar onde os programas existem. Ela dá os elementos que os programas precisam para existir.
Agora você não precisa mais ter aquele monte de programas instalados no seu computador, você simplesmente usa ela não própria internet.
E quem gera esse conteúdo das coisas que estão na internet, somos nós mesmos. Grande exemplo disso é o famoso orkut, quando a primeira pessoa entrou no tal do orkut não tinha nada lá, quando a segunda pessoa entrou tinha a primeira e assim foi, hoje o orkut é grande bando de dados que foi gerado por nós mesmo.
E a Web 2.0 é isso aí! Não mais aquela internet onde voce apenas recebe, mas também onde voce pode compartilhar, onde você vê o que as pessoas fazem e elas vêem o que voce faz. Outro exemplo disso é o Wikipédia, é um amontoado de informações que muitas pessoas colocaram lá e você e eu podemos compartilhar também.
E com tudo isso foi discutido em sala de aula, acredito também que a Web 2.0 é uma evolução da internet e não uma revolução. Pois isso mostram fases da internet assim como já ouvimos falar também da Web 3.0.

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Banners? Cross-media e conteúdo customizado!

É hora de reinventar o banner. Uma saída pode ser a mídia cruzada atrelada a conteúdo específico para a campanha, o anunciante e o público-alvo
Por Roberto Cassano (r@cassano.com.br)
É fato que o formato publicitário mais comum na Internet, o banner, mudou seu apelo de "clique em mim" para "reinvente-me". Quem avalia seu resultado pela quantidade de cliques que ele recebe, o click through, lamenta o retorno extremamente baixo em comparação com tudo que ele prometia e que se esperava de um meio tão interativo como a Internet.
Quem defende o banner como veículo de fortalecimento de marca se queixa que seu formato fora do convencional, reduzido, espigado e piscante não chega aos pés de uma boa página de revista ou um outdoor. E simplesmente para estampar a marca do anunciante, despreza-se toda interatividade e personalização, justamente os diferenciais da Rede como veículo de mídia.
Os resultados desta crise de identidade são simples como um dois mais dois, e igualmente matemáticos. Veículos online que dependiam de publicidade viram sua fonte de receita secar. Anunciantes não viram os resultados que esperavam em suas campanhas e as agências oscilam entre buscar formas de atuação de maior valor agregado (e maiores comissões) e repensar suas recém-criadas divisões interativas.
Como saída para esta situação perde-perde, os grupos de mídia que conseguem atuar em diversos canais distintos estão propondo as ações de cross-media como a salvação da lavoura. O cross-media é um nome pomposo para "venda casada", com um maior planejamento e uma boa dose de complementaridade. O formato é realmente mais rico, algo do tipo "veja na TV, ouça no rádio, clique na Internet e pague no caixa".
Mas ele realmente funciona? Quanto mais próxima da "venda casada" comum, maior a possibilidade de que uma campanha cross-media simplesmente mascare a pouca eficácia de sua perna online. Quanto mais integrada e complementar, mais rica será a experiência, e maiores os resultados.
Um cross-media eficaz é aquele que une as estratégias tradicionais de marketing e publicidade com a produção de conteúdo específico online. Um site customizado com conteúdo e serviços relevantes para o usuário traz valor para o veículo que o hospeda; conversa, promove e se beneficia da campanha publicitária; ganha uma vida útil muito maior do que a simples exposição de um banner; transita cifras muito mais atraentes para agências que aprovam o projeto e, por fim, realmente faz uso da interatividade e personalização da Internet, não só tendo taxa de clique como criando marca e base de dados.
Simples, a ação da Wella com o Globo.com utilizou mídias tradicionais (capitaneadas pela TV) para levar clientes para a Internet e para um call center 0800, onde o público interagiu ao escolher a nova cor de cabelo da atriz Malu Mader. No fundo, algo absolutamente insosso (o mote, não a atriz), mas que funcionou como uma injeção de adrenalina no moribundo mercado publicitário online, gerou um bom mailing para a Wella e levou - segundo as empresas - R$ 5 milhões para os cofres da Globo. Imagina se o conteúdo, o serviço e as promoções fossem realmente pertinentes?
O uso de conteúdo relevante em conjunto com ações de marketing na Internet é a atual aposta de portais, veículos, agências e anunciantes. Será que ele consegue transformar a relação perde-perde dos banners tradicionais para uma situação ganha-ganha? Junto com outras inovações, como banners em vídeo e a banda larga, acredito que sim.


O artigo acima explica bem o que é cross-media, além de especificar as vantagens de uso. Ontem na aula aprendemos o termo e além disso tivemos muitos exemplos de campanhas que utilizam o cross-mídia. A caçada premiada, do guaraná Schin está no ar agora e usa desse método para uma nova promoção.
Hoje em dia o jeito mais usado para se fazer a mídia casada. Não é simplesmente colocar cartazes, e anúncios na mesma linha de campanha. Se não todas as campanhas publicitárias seriam consideradas Cross-media. Esse “casamento” nas mídias é na verdade uma interatividade entre elas, é uma mídia anunciando a outra. Cross-mídia cria a interatividade com o consumidor, algo que é totalmente importante para o mercado publicitário.

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

B2B – B2C e B2G

B2B ou Business to Business é o nome dado ao comércio praticado por fornecedores e clientes empresariais, ou seja, de empresa para empresa.

"Business to Business". O comércio de B2B é o comércio eletrônico efetuado diretamente entre empresas, via internet, com redução de custos e conseqüente maior margem nas vendas e menor custo nas compras.

Business-to-consumer (B2C), também business-to-customer, é o comércio efetuado diretamente entre a empresa produtora, vendedora ou prestadora.

"Business to Consumers". O chamado B2C é o comércio eletrônico efetuado diretamente entre a empresa produtora e o consumidor final. Em geral o consumidor adquire os produtos a preço mais competitivo, pois evita o "atravessador."

O B2G permite a automatização das interações governo - empresas através da Internet, abrangendo e agilizando processos da Administração.

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Essas são definições resumidas sobre comércios feitos através da internet. Assunto tratado no seminário da aula de mídia no dia 30 deste mês. Um assunto muito interessante e importante para os publicitários. Assunto que a maioria das pessoas da sala nunca nem ouviram falar, e os que ouviram não sabiam explicar o que era.

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Google Maps lança hoje versão em português que terá conteúdo local

O Google estréia oficialmente hoje a versão do Google Maps para o Brasil. Está disponível em maps.google.com.br. Alem da interface em português, permite procurar lojas, empresas, comercio e outros estabelecimentos locais. Os usuários podem criar mapas personalizados e adicionar conteúdos novos ao serviço. Para a versão em português, o Google fez parcerias com sites locais, como o MapLink e o Guia da Semana, que em julho tinha anunciado serviço semelhante. Até o final do ano, a empresa pretende começar a comercializar publicidade na forma de links patrocinados, usando o mesmo modelo de leilão que já é adotado pelo Google.


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A publicidade dentro do Google está em todos os lados. Essa novidade em português é algo que pode ser muito útil. E quem nunca ficou brincando de encontrar coisas no Google?! Essas pessoas sem querem verão a publicidade e diretamente ou indiretamente serão influenciadas por eles.


O Google é uma maquina de fazer dinheiro, não é a toa que Google é a marca mais cara do mundo, pequenas idéias bem aproveitas tornam o Google a grande empresa que ele é.

Fonte: BlueBus

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Nada se cria tudo se transforma


O Skype nada mais é que uma junção de MSN e telefone. Dá para falar, escutar, assistir, ler e escrever para qualquer pessoa no mundo sem se preocupar com custo, distância ou horário. S Skype para Skype a ligação é de graça, e para telefones normais um custo muito pequeno é cobrado. A internet proporciona esse interatividade entre as pessoas.



A idéia é simples, mas alguém tinha que fazê-la e popularizá-la. O Skype ainda tem seus problemas e não conta com a velocidade que o telefone convencional tem na hora de suas ligações.



Mas se o Skype tornar-se o meio tão eficaz que almeja e se realmente no futuro todos possuírem computadores, será o fim das telefonias convencionais? Bom, isso é o mesmo que discutir sobre o fim do jornal impresso. Ainda não dá para prever o futuro, mas a coisas tendem a evoluir de uma forma rápida e não significa que seja o fim, mas sim uma transformação.

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Anúncio com imagens em movimento | será a proxima aposta das revistas


Anúncios de revista com imagens que se movimentam podem ser a próxima tentativa de editoras americanas para atrair atenção do publico e seduzir anunciantes. Segundo noticia da
Media Week, a Time Inc está pesquisando essa tecnologia e já viu prototipos do que seriam paginas com imagens se movimentando. Além da Time Inc, outras editoras já assistiram demonstrações de imagens em preto e branco, animadas, que recebem energia de uma bateria do tamanho de uma moeda. As apresentaçoes foram feitas por duas empresas que estão trabalhando juntas nesta tecnologia, a Structural Graphics, especializada em anúncios diferenciados (em 3D, com som ou luz) e a E-Ink, de displays eletrônicos. A novidade, no entanto, ainda estaria a 2 anos de poder ser efetivamente utilizada.
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Isso é uma prova de que as novas mídias não surgem só na internet. Novos veículos surgem juntamente com novas mídias. Mas justamente o que vai acontecer também é a aprimoração das mídias existentes. O que acontece é a interatividade com o consumidor e isso deve ser constante não importa que tipo de veiculo ele esteja utilizando, o consumidor pára e passa uma parte de seu tempo no mundo da marca. E isso é justamente o que a publicidade quer, criar um vinculo da marca com o consumidor.
Fonte: BlueBus

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Semana de comunicação 2007

Desenvolvimento da Comunicação

Do dia 1 ao dia 4 de outubro aconteceu a semana de comunicação. Os palestrantes foram na área de Jornalismo e Publicidade e Propaganda, tudo focado no tema da semana “Zapeando a Mídia”.
A Palestra da publicitária Andréa Kalvon tratou sobre um tema que tem tudo a ver com a matéria referente ao meu blog, avanço das mídias. Esse tema é um assunto muito atual e importante para o meio publicitário.
Achei interessante que até os meios de comunicação mais comuns como a Televisão e o rádio, passaram por fases e evoluções para chegar até onde está hoje, e ainda tem novidades por ai. A rádio interativa e a TV digital tendem a revolucionar os processos de comunicação, e também será necessário que a publicidade saiba como atuar nesses novos meios.
A maior difusão das mídias é a internet, pois ela é uma rede mundial e é fácil de lançar viral e outros tipos de mídias baratas e com alcance geral. Outro ponto tratado foi que a ela confirmou mais uma vez que os jornais não serão instintos, eu acho que quem sabe muito no futuro isso possa acontecer.
A palestra foi muito interessante e esclarecedora e foi bom ouvir uma das melhores profissionais de mídia do Brasil.

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Palestra da Aula de Mídia Digital


O publicitário Felipe Campos diretor da MacCaNN on-line, deu uma palestra para nós que fazemos a aula de mídia com o professor LH. A palestra foi bem esclarecedora. E muito importante para meu desenvolvimento como publicitária. Ele apresentou um vídeo sobre a MacCaNN que nunca foi exibido fora de lá. A MacCaNN é uma agência que tem clientes muito importantes no Brasil. Entre esses clientes a palestra tratou de dois em especial.
O primeiro foi o da Mastercard. Ele mostrou toda a campanha "conheça o Brasil que não tem preço". Foi apresentada toda a campanha, suas peças, seu publico e suas problemáticas. Achei a idéia fantástica, deu ao cartão de crédito uma imagem mais "Brasil" tirou o conceito americanizado que eu considera ter o Mastercard, fez com que ele se mostrasse acessível e aceito em todos os lugares.
A imagem do visa ainda está muito presente na mente das pessoas e por isso é preciso familiarizar o publico com o cartão, e não só o consumidor final, mas os bancos e estabeleciamentos que aceitarão o cartão. A campanha pode ser acompanhada por um blog na internet sobre o viajante Mastercard e ai mostra a força da mídia digital, além do blog, foi lançado Marketing Viral, hot site e sites de relacionamentos, como Orkut e etc. E é claro, mídias tradicionais. Aconteceram também mídias espontâneas em sites de relacionamento e no You tube. O blog do Viajante Mastercad é: www.viajantemastercard .com.br/blog/ .
A segunda campanha a ser apresentada foi do Xbox. Uma campanha com verba baixa. E por isso foi uma campanha totalmente digital. Lançada apenas na internet e o elemento X apareceu em programa de TV. Mas não foi Feito nenhum VT. A campanha foi uma gincana on-line e no final dessa gincana as pessoas tiveram que achar o elemento X na rua para ganhar seu premio que seria um Xbox. A campanha alcançou os objetivos esperados e vendeu todos seus aparelhos no Brasil, um resultado perfeitto.
A junção da das mídias é importante e não tem como falar qual é a mais importante, mesmo a mídia digital sendo uma muito usado, e provando que é possível fazer campanhas apenas através delas, creio que a TV e outras mídias comuns continuam forte na mente dos clientes.

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Mídia Digital e a População


As novas tecnologias levarão a mudanças no próximo milênio onde uma única máquina será capaz de integrar computadores, aparelhos de tv, videocassetes, compact discs. Os benefícios dessas mudanças são facilmente enumerados, mas as reais conseqüências não podem ser medidas. De fato, podemos chegar a um estágio de democracia cultural, mas a pretensa revolução informática parece mais um elemento da indústria cultural (15), com uma nova roupagem.

Torna-se cada vez mais difícil crer no suposto discurso modernizante de que a mudança técnica vai mudar toda a estrutura social. A comunicação através das novas tecnologias continua massificante no conteúdo disponibilizado e na quantidade. As barreiras se tornam os critérios usados na retenção da informação ou na confusão que os excessos causam. Assim com a televisão caracterizou-se pela velocidade das imagens e textos, a internet caminha para a sobrecarga de informações. E o pior, poucos se dão conta disso e não sabem distinguir o aprendizado real de uma satisfação ilusória.

O acesso à informação significa, antes de tudo, o rompimento do controle dos conglomerados de comunicação e o fim das benesses oferecidas pelos Estados a esses grupos. Seria o fim do monopólio da informação unidirecional do centro (grupos dominantes) para a periferia (explorados).

A existência de sociedades democráticas não estará assegurada a partir do nascimento de nenhum meio, mas sim com o surgimento de conquistas coletivas e na distribuição igualitária dos conteúdos informacionais. A educação ainda é a mola mestra do desenvolvimento. Ao assegurá-la garantiremos muito mais que uma consciência crítica, nos tornaremos capazes de exigir o direito à informação qualificada - quer dizer, o domínio dos códigos formais (oral ou escrito) e técnicas narrativas nos torna capaz de exercer de fato a cidadania digital.

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Esta é uma conclusão de Artigo muito interessante que eu li na internet “Mídia digital: dos princípios da liberdade à democracia ilusória”. (http://www.uff.br/mestcii/diniz.htm) Pode parecer um assunto de pessoas que tentam revolucionar a sociedade, mas não é isso, as mídias digitais têm um papel importante na sociedade. Mídia Digital é uma forma das pessoas acreditarem na modernidade. Acreditam também que isso poderá afetar a estrutura da sociedade. Mas, o fato de que as informações sejam de mais fácil acesso para as pessoas não significa que isso exclua a “manipulação” das pessoas. Além disso, a internet pode causar o excesso de informações, isso pode confundir a mente dos consumidores.

Acho interessante que tudo gira em torno da Educação, pois por mais que as evoluções tecnológicas ocorram ainda sim é necessário uma consciência critica da população para que possa distinguir aquilo que deve ou não acreditar no mundo virtual. É preciso que a população tenha domínio dessas novas mídias para não ser dominadas por elas.

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

Premios para banner de internet



No site http://cannes.codegate.co.uk/cyber tem anúncios para internet que ganharam o Cannes. Vários são bem interativos, pois proporcionam ao consumidor um contato maior com o produto ou marca anunciado.

Através de joguinhos, respostas de perguntas, ao mexer o mouse, animações em flash esses anúncios chamam a atenção do consumidor. Mas não é preciso muito para que o consumidor pare para analisar o anuncio, é preciso uma boa idéia, por trás de tudo.

É muito interessante ver que por trás de anúncios que aparentemente parecem simples, tem um conceito muito forte. E que faz o consumidor parar para pensar, faz o consumir ver o anuncio realmente. Hoje os anúncios da internet não são os mais vistos, os mais acessados e se não tiver um diferencial, ninguém pára ver.

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Anúcios On-line

Olhando a parte de publicidade (mídia) de sites importantes como o UOL, Terra, MSN e IG algumas coisas me chamaram a atenção:


UOL:
Achei interessante que eles se preocupam com o planejamento feito pela a agência. Primeiro, é explicado passo por passo, como anunciar no UOL e dentro desses passos eles incluem ter objetivos definidos de campanha. Claro que nas agências isso geralmente é feito. Mas é bom para as pessoas que simplesmente anunciar qualquer coisa na internet pensarem que não se faz publicidade de qualquer jeito, notarem que é preciso planejamento e que tem um objetivo do anuncio estar naquele lugar e naquela hora.
Segue a Baixo, passo a passo para postar uma publicidade no UOL:
1- Entre em contato a com área comercial
2 - Defina os objetivos de sua campanha
- Público a ser atingido
- Características do produto, serviço ou marca
- Período de veiculação
- Verba disponível
Estas informações são importantes, para que o UOL possa oferecer um planejamento adequado e alinhado às suas expectativas.
2- Envie o pedido de inserção (PI) por fax
3- Sobre o envio do material publicitário
Todos os clientes do UOL possuem um atendimento personalizado, inclusive para a inserção de peças publicitárias. Ao final da negociação, o gerente de vendas indicará o atendimento (Client Service) que receberá o material e cuidará de todos os detalhes da campanha.
4- Para o acompanhamento dos resultados
5- Sobre a fatura dos anúncios
A publicidade no UOL é faturada com base no Pedido de Inserção (PI) do cliente. Se a veiculação não ocorrer devido a atraso ou falha no envio de materiais, desistência ou outras razões de responsabilidade do cliente, o UOL reserva-se o direito de faturar normalmente, sem direito a compensação. Caso a entrega a menor tenha ocorrido por outras razões, o cliente poderá pedir a veiculação do saldo até 60 dias após o vencimento do período contratado.


Terra:
Gostei que dentro da parte de mídia do portal terra eles têm um link publicitário interativo, gostei, pois também mantém o publicitário bem informado sobre seus meios, novas tendências, entrevistas com publicitários etc.


IG:
Achei o site muito prático, o mais “clean” de todos os outros que eu olhei. Gostei da organização. As informações não estão logo na cara do site, você entra e a página é agradável, e tem uma seção para cada coisa que se procura.


MSN:
Muito funcional, tem todas as coisas necessárias para anunciar no site, mas não notei nenhum diferencial no site.

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

Eles mal saíram das fraldas e já estao navegando na internet


Carolina, minha filha, tem 1 ano e 3 meses. Sempre que ela vê o pai ou a mae usando o computador, tenta participar da brincadeira, metendo as maozinhas nas teclas e mexendo na tela dos nossos laptops. Ela é uma autêntica nativa digital, ou seja, convive com o mundo virtual desde o berço. É para aproveitar as oportunidades de mercado oferecidas por crianças como a Carol, que fabricantes de brinquedos e de computadores estao desenvolvendo novos produtos dirigidos a consumidores de 3 a 6 anos de idade. É isso mesmo, o novo alvo dessas empresas sao meninos e meninas mal saídos das fraldas.

Você acha isso um exagero? Pois entao saiba que nos EUA as crianças começam a usar um computador em média aos 5 anos e meio, segundo dados do NPD Group. Tem mais - nada menos do que 46% dos americanos compraram um equipamento eletrônico para crianças de 3 a 6 anos no ano passado, de acordo com a empresa de consultoria In-Stat.

Esse fenômeno pode ser explicado em boa parte pela ansiedade dos pais em preparar adequadamente seus filhos para a feroz competiçao por um lugar ao sol no mercado de trabalho. A enorme quantidade de horas que os adultos passam pilotando seus computadores também ajuda a aumentar o fascínio dos baixinhos por essas máquinas.

O certo é que daqui a 10 anos minha filha terá com os computadores e a web o mesmo tipo de relaçao que eu tinha com a TV e meus avos com o rádio. Nesses pouco tempo, toda a estrutura de mídia que conhecemos hoje estará profundamente modificada. Estamos aprendendo aos poucos a ler jornal, ver TV e escutar rádio pela internet. Para nossas crianças, isso será a coisa mais natural do mundo.

Fonte: Luiz Alberto Marinho, Blue Bus - dia 03/09


Isso não ocorre só dentro da casa do Marinho. Conheço muitas crianças que já estão acostumadas ao mundo virtual. A irmãzinha de minha amiga já possuía e-mail desde os 3 anos de idade. As palavras, computador e internet (claro que não corretamente ditas) já faziam parte de seu vocabulário desde cedo. Não sei até que ponto isso é bom.

As crianças precisam ter seu contato com outras crianças, com o ar livre, etc. Mas o mundo caminha para o digital mesmo. Algumas crianças sabem muito mais do que seus pais sobre computadores. As empresas, de olho nesse crescimento, vão investir nisso, e vão tirar um bom lucro desse mercado. Isso é um fato, e não tem mais como ser evitado. O medo do analfabetismo digital diminui a cada dia.

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Orkut Publicitário

A sociedade atual, vive um grande paradoxo. De um lado estão aqueles que são completamente dominados pelo corre-corre do dia-a-dia, de outro aqueles que desperdiçam muito do tempo que têm. Dentro desse perfil dos “desperdiçadores”, estão os “orkuteiros”, pessoas que gastam muitas horas no orkut.

O Orkut é uma rede social filiada ao Google, criada em 22 de Janeiro de 2004 com o objetivo de ajudar seus membros a criar novas amizades e manter relacionamentos.

O orkut foi mais uma oportunidade que a internet abriu para a publicidade. Claro, quando ele virou febre todo mundo queria tirar uma “casquinha” do mercado de negócios que o orkut abriu. Diretamente ou intiretamente no orkut nota-se a publicidade por todos os lados.

No Orkut é muito comum ver pessoas que divulgam eventos. Através de grupos de discussão que é anunciado para o “orkuteiro” de plantão. E assim consultores de marketing, produtores de eventos e publicitários em geral ganham a vida. Existem pessoas que trabalham apenas 3 horas por dia com o Orkut e já ganham um bom salário.

O Orkut é um veiculo de comunicação muito pratico. As pessoas gostam de manter contato com velhos amigos. E muitas vezes as pessoas chegam a ser viciadas nesse veículo. Alguns não conseguem ficar nem um dia sem seu acesso na rede, principalmente no Brasil. Assim, o Orkut torna-se uma boa mídia. Anunciar na internet é muito eficaz e no Orkut mais ainda.